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Pseudociências / Saúde

MMS e dióxido de cloro

Um alvejante vendido como cura para autismo, malária e Covid-19. É tóxico e não cura nada.

Refutada

Origem: Promovido por Jim Humble a partir de 2006 como “Solução Mineral Milagrosa”.

O que alega

A solução, que forma dióxido de cloro, eliminaria patógenos e curaria uma lista enorme de doenças, de malária e HIV a autismo, câncer e Covid-19.

O que a evidência diz

O dióxido de cloro é um alvejante industrial. Ingerido, causa vômitos, diarreia grave, desidratação e lesões; pode ser fatal. Não há nenhuma evidência de que cure as doenças anunciadas. Agências de saúde, como a FDA, nos EUA, emitiram alertas contra o consumo. Integrantes de um grupo que vendia o produto nos EUA foram condenados em 2023.

Refutada

Testada de forma adequada: as alegações centrais não se confirmaram ou contrariam a evidência.

Sinais de alerta

Por que atrai tanta gente

Promete cura para doenças sem cura e chega a pais desesperados, como os de crianças autistas, com a narrativa de que a medicina esconde a solução.

Riscos

Intoxicações graves e mortes; abuso de crianças submetidas a enemas e doses do produto.

Perguntas para pensar

  1. Que resultado mostraria que a prática não funciona? Quem a defende aceitaria esse resultado?
  2. A evidência a favor vem de depoimentos ou de estudos com grupo controle?
  3. O que eu perderia se trocasse um tratamento eficaz por este?

Lições relacionadas: O que é pseudociência?, Negacionismo e desinformação.